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segunda-feira, julho 12, 2010

The perfect host

Ontem em casa da Zein, voltei a verificar que ser anfitrião/ã dá muito trabalho e que criar e manter uma rede de contactos alargada, interessante e sustentada não é fácil. Ou seja, não trabalha mas farta-se de trabalhar, é o que eu digo!

terça-feira, junho 01, 2010

Quando a perspectiva é melhor que a realidade

O problema de ter os discursos preparados para uma determinada expectativa é que quando as coisas correm de maneira (muito) diferente do esperado se fica sem palavras e sem fio de conversa. Claro que podia ter continuado a dizer que a avaliação era injusta mas isso era exacerbar o provável sentimento já existente de que sou amalucada.
De boca aberta lá fui ouvindo os elogios e acenando com a cabeça e pensando que é nutsy não sou eu, se acaba por ser essa a avaliação. O reverso da medalha é o sentimento de culpa de ter decidido seguir um caminho diferente também por causa do que é o dia a dia.

quarta-feira, março 03, 2010

Quem sou e não serei

Quando olho para trás e vejo algumas das coisas que fiz quando cheguei e aquilo que faço agora, vejo como é fácil ser assimilado pelo sistema e passarmos a fazer parte da paisagem. Cheguei a fazer e a preparar reuniões, a ver apresentações e até a fazer debriefs depois de reuniões mais acima. Agora sou um marasmo igual ao que se me sobrepõe.

quinta-feira, junho 14, 2007

Bocarra

Na reunião de trabalho entre o marketing e o IT, ponho-me a fazer perguntas sobre a aplicação que estava a funcionar mal e sobre cujas correcções se dizia serem demoradas, impossiveis, uma dor de cabeça. Saio-me assim: "Olha, abre um cursor e depois faz um outer join".
De olho arregalado acabaram dando a mão à palmatória "hum, é mesmo capaz de funcionar."
A alma da programação não se perde.

terça-feira, março 20, 2007

Em franja

Depois de uma grande crise de nervos no trabalho e comparando queixas e lamentações disse-lhe eu 'Por isso é que é tão fácil ser acima da média, é que a média é mesmo merdosa'

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Ready, set, go

Agradavelmente surpreendida com uma preparação de reunião de negociação com fornecedores - preparação mais longa do que a reunião em si, e com a organização de outros (ex e não) colegas no seu dia a dia e da organização/pressão que propagam para o resto das equipas em volta no sentido de obter resultados.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Da escola para o trabalho

Ainda tenho presentes as razões que me levaram a saír dali:
* Achava que o meio era pequeno, círculo limitado e sufocante. Toda a gente demasiado próxima de toda a gente.
* Não tinha disciplina para trabalhar em ritmo próprio, com prazos que apenas eu me dava e que esticava como entendia, dando a volta no final e apresentando resultados que nem eu bem percebia de onde vinham
* Achava que não era a minha vocação, pois se nem tinha sido eu a escolher o tema da tese. Mais tarde vim a aperceber-me que isso até era normal...
* E havia questões pessoais, claro, que verbalizei duas vezes para fora de mim. No fim das razões mas ainda na lista.

Mas ontem, gostei tanto de estar com aquele grupo relaxado e com tantos interesses paralelos que até me pus a pensar como poderia ter sido. Bom, se calhar.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

10 dias é muito tempo

10 dias depois do último post, depois de uma gripe valente, depois uma intoxicação e ao mesmo tempo de uma outra coisa que não se sabe o que é.
Ainda em simultâneo com o asco deste trabalho e com as dúvidas constantes de como prosseguir; com a certeza de que este já é o futuro de sempre.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Diariamente

Estou convencida que os problemas que sofro na pele são fáceis de acontecer, tanto os de cima como os meus.

* Os prazos que vou deixando passar e que copio da folha de ontem para a folha de hoje
* As prioridades que se alteram de dia para dia
* As coisas que são feitas repetidamente porque depois se pensou melhor, outra e outra vez, ad-nauseum
* A gestão de projecto ausente

E lembro-me de quem no meu lugar já teria feito um banzé.